O continente africano sempre foi conhecido por ser um continente ‘pobre’ em relação a algumas situações em algumas partes da áfrica, mas ele também possui uma cultura extremamente rica que de certa forma é ‘desconhecida’ pelas pessoas como, paisagens naturais, dança, culinária, pintura, entre outros.
A pintura africana no século XIX foi marcada por serem feitas com cores vibrantes que acabou virando uma característica na pintura e ficou conhecida em todos os lugares do mundo. As cores fortes deram e dão até hoje vida a pintura africana.
No final do século XIX muitos artistas africanos baseavam-se na representação de animais do deserto do Saara como:
A pintura africana no século XIX foi marcada por serem feitas com cores vibrantes que acabou virando uma característica na pintura e ficou conhecida em todos os lugares do mundo. As cores fortes deram e dão até hoje vida a pintura africana.
No final do século XIX muitos artistas africanos baseavam-se na representação de animais do deserto do Saara como:
- Bubalus Antiqus (Pinturas de animais selvagens, como o búfalo)
- Período Pastoralista (Pinturas com menor preocupação com o naturalismo)
- Período do Cavalo (Pinturas de animais domésticos, como os cavalos)
- Período do Camelo (Pinturas onde o camelo é a peça-chave das obras)
Com o passar do tempo a pintura africana foi evoluindo e passaram a se expressar através da pintura de uma forma diferente, através de pinturas em vidro recuperado. Hoje em dia podemos observar que essas pinturas em vidro retratam fatos que acontecem no quotidiano das pessoas.
No início do século XX a pintura ainda tinha uma dependência de certa forma do continente africano, pois não era só colônia dos países da Europa, sua arte também estava associada com a arte européia.
Com o passar do tempo a arte pitoresca da África foi crescendo muito, mas por falta de técnicas, instrumentos artísticos que os auxiliassem, eles tinham que buscar recursos em outros lugares o que dificultava a expansão cultural da pintura. A partir da década de 1960 surgiu um novo movimento em uma parte da África mais precisamente na Nigéria e em Moçambique, quando o pintor moçambicano Malangatana Valente deu uma nova idéia sobre a forma de se expressar através da pintura, retratando cenas dramáticas, brutais e de angústia.
A partir do ano de 1990 a tecnologia começou a fazer parte da pintura africana como workshop que proporciona uma variedade de cores e desta forma cria-se um novo tipo de decoração.
Nos dias atuais a pintura na África é muito moderna com vários métodos, várias cores, vários estilos de se criar arte.

Monstros grandes comendo monstros pequenos 1961 - óleo s/unitex - 120 x 153 cm
No início do século XX a pintura ainda tinha uma dependência de certa forma do continente africano, pois não era só colônia dos países da Europa, sua arte também estava associada com a arte européia.
Com o passar do tempo a arte pitoresca da África foi crescendo muito, mas por falta de técnicas, instrumentos artísticos que os auxiliassem, eles tinham que buscar recursos em outros lugares o que dificultava a expansão cultural da pintura. A partir da década de 1960 surgiu um novo movimento em uma parte da África mais precisamente na Nigéria e em Moçambique, quando o pintor moçambicano Malangatana Valente deu uma nova idéia sobre a forma de se expressar através da pintura, retratando cenas dramáticas, brutais e de angústia.
A partir do ano de 1990 a tecnologia começou a fazer parte da pintura africana como workshop que proporciona uma variedade de cores e desta forma cria-se um novo tipo de decoração.
Nos dias atuais a pintura na África é muito moderna com vários métodos, várias cores, vários estilos de se criar arte.
Monstros grandes comendo monstros pequenos 1961 - óleo s/unitex - 120 x 153 cm
Julgamento de militantes da Frente de Libertação de Moçambique 1966 - óleo s/unitex - 87 x 122 cm
Biografias:
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1 comentários:
Olá, Ricardo...
Primeiramente, preciso lhe falar sobre minha alegria ao vê-lo tão diferente daquele Ricardo de outrora. Olha, às vezes devemos retornar para reorganizarmos nossas ideias e nossos quereres.
Bem, quanto a seu texto, percebi que buscou dar um pouquinho de sua cara a ele, mas ainda ficou preso à linguagem e à estrutura dos sites pesquisados. Sugiro:
1º. reveja a grafia das palavras ÁFRICA e EUROPEIA;
2º. coloque um ponto e vírgula após cada item da representação do animal sequinte ao terceiro parágrafo;
3º. junte as ideias do penúltimo parágrafo ao último;
4º. elabore um parágrafo conclusivo;
5º. o melhor seria escrever: ... POR SER FEITA COM CORES VIBRANTES. O USO DESTAS CORES FORTES - QUE É O QUE DÁ VIDA À OBRA - FEZ COM QUE A PINTURA DESTE CONTINENTE FICASSE CONHECIDA EM TODOS OS LUGARES DO MUNDO.// NO FINAL DO SÉCULO XIX,// COM O PASSAR DO TEMPO,// ... E OS ARTISTAS PASSARAM A SE EXPRESSAR POR MEIO DE PINTURA EM VIDRO RECUPERADO. hOJE EM DIA,...// NO INÍCIO DO SÉCULO XX,// ... ASSOCIADA À ARTE EUROPEIA.// COM O TEMPO, A ARTE PITORESCA DA...// ... QUE AUXILIASSEM, OS ARTISTAS FORAM OBRIGADOS A BUSCAR RECURSOS EM OUTROS LUGARES. ISTO DIFICULTOU A EXPANSÃO DA CULTURA LOCAL PARA O MUNDO.// A PARTIR DA DÉCADA DE 60, SURGE, NA NIGÉRIA E EM MOÇAMBIQUE, UM NOVO MOVIMENTO IDEALIZADO PELO PINTOR MOÇAMBICANO MALANGATANA VALENTE, QUE BUSCAVA A EXPRESSÃO ARTÍSTICA NA REPRESENTAÇÃO DE CENAS DRAMÁTICAS, BRUTAIS E DE ANGÚSTIA.// A PARTIR DE 1990,//... COMO, POR EXEMPLO, O WORKSHOP, QUE...//.
Beijos,
Eliana.
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